Análise realizada pelo Observatório da Indústria do Sistema FIES, com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), revelou que a produção de petróleo no estado, no mês de setembro, alcançou, em média, 12,3 mil barris por dia (bpd), registrando um acréscimo de 0,3% em relação à produção média do mês anterior (agosto/2026).
No comparativo com setembro de 2025, verificou-se uma retração de 9,1%. Com o total produzido em setembro, a produção acumulada ao longo de 2026 atingiu cerca de 113,3 mil barris, representando um decréscimo de 2,1% em relação ao mesmo período de 2025.
Extração de Petróleo em terra e mar
Do total produzido no nono mês de 2026, 99,0% ou aproximadamente 12,2 mil barris por dia (bpd) foram extraídos em terra. Nesse tipo de produção, em termos relativos, observou-se um aumento de 0,4% na comparação com o mês anterior. Em relação ao volume produzido em setembro de 2025, notou-se um decréscimo na produção de 9,5%.
Já a produção no mar chegou, em média, a 123,2 barris por dia (bpd), abrangendo 1,0% da produção total. Em termos comparativos, verificou-se decréscimo de 3,2% em relação ao mês de agosto último. Na comparação com setembro de 2025, observou-se um acréscimo de 43,7%. ![]()
Produção de Gás em setembro/2026
A produção de gás natural, em setembro de 2026, somou cerca de 2,17 milhões de metros cúbicos (m³). Em termos relativos, houve um decréscimo de 17,2% em comparação com o mês anterior (agosto/2026). Já em relação a setembro de 2025, observou-se um aumento de 11,9%. No acumulado de 2026, a produção de gás natural no estado totalizou aproximadamente 20,7 milhões de metros cúbicos (m³), representando um crescimento de 16,3% no comparativo com o mesmo período de 2025.
A produção em terra foi a principal fonte de produção de gás natural no estado, totalizando aproximadamente 2,11 milhões de metros cúbicos (m³), no período analisado. Esse volume correspondeu a 97,2% do total produzido em setembro de 2026 no estado, ao passo que a produção em mar foi de 61 mil metros cúbicos (m³), representando 2,8% da produção.